4/28/2012

Teologia, Evangelho e Instituição - sobre medos e promessas –

Ricardo Lengruber Lobosco

O medo é um sentimento imperial. Quando se tem medo de algo, o corpo todo coopera para a reação, seja reação para se esconder, seja para agir e enfrentar. Isso ocorre com pessoas e animais, mas com intituições é diferente. Instituições não têm relação de medo com nada nem com ninguém, apenas relações de conveniência e adequação.
Uma instituição se baseia sobre a lógica de, existindo, levar adiante sua chama originária e fazer dessa bandeira uma verdade a ser apregoada aos quatros cantos. Institui-se, assim, suas verdades e ideais e, para eles, cargos, funções, regras, metas, planos etc.
A questão é que com o tempo os meios se sobrepõem aos princípios e tornam os fins menos condizentes com as raízes e mais subservientes a si próprios.
As igrejas são os exemplos mais emblemáticos dessa esclerose. Nascem por força do Evangelho e a ele prometem prestar obediência e fidelidade. Cânones, doutrinas, ritos e pessoas ao Evangelho se curvam e, em nome dele, planejam e agem. Com o tempo, todavia, a Igreja passa a ser maior que o Evangelho e assume o protagonismo da história. Com isso, nada será mais importante nos processos do que a fidelidade à Igreja, mesmo que em detrimento ao Evangelho.
Quando disso tomamos ciência, as coisas já desandaram. Quando menos se percebe, os meios se tornaram ídolos para os quais nos curvamos e, inconscientemente, somos capazes de viver uma vida toda.
Amo a Teologia porque sua forma de pensar sobre a realidade é profundamente fiel ao Evangelho. O que mais vale é descobrir o sentido escondido por sob as cinzas da realidade. O que há de mais belo na Teologia é sua busca incansável por tornar o Evangelho compreensível para o tempo que se chama hoje.
Daí, talvez, a periculosidade da Teologia!
Se, na instituição, em regra, os meios se sobrepõem aos princípios e fins e a Teologia insiste em redescobrir sempre a semente originária donde tudo germina, fica claro que sua presença não é costumeiramente bem assimilada.
Óbvio está que me refiro à Teologia que se faz com base na Fé e na Ciência. Na plena capacidade de crer e confiar e na suprema arte de perguntar e criticar. Mas há outras formas de fazer teologia que não são dignas do nome que arvoram; são apenas arremedos do labor teológico. São discursos encomendados pela instituição e a ela servem cegamente. Dizem o que já está posto e apenas repetem acocoradamente o modo como as coisas estão e devem permanecer. Mais parecem manuais de alvos e metas.
Quando as instituições crescem e se deformam, a Teologia torna-se não querida. Sob o discurso da “morte da fé”, acusam-na de incrédula e cética. Não se percebe, entretando, que se trata da morte de uma fé já caduca e, por consequência, a semeadura de uma fé nova que precisa de solo arado e água pura para germinar.
Os que acusam a Teologia de ameaçar a fé sincera do cristão o fazem por ignorância ou por má-fé. Ignorância que deve ser relevada, desde que instada a se defrontar com as crises oportunizadoras de emancipação que a Teologia promove. Mas quando se trata de má-fé, a questão é outra e deve ser denunciada. Para que as coisas se mantenham como estão e os meios se sobrepujam aos fins, a Teologia deve ser posta de lado.
O grande desafio das instituições evangélicas é saber harmonizar o seu modus operandi com a riqueza e a liberdade do vento do Espírito. O curioso, entretanto, é que esse esforço só logrará êxito se for impulsionado pela força que a Teologia, ela mesma, exige de si.
Se é verdade que a Fé demanda institucionalidade, para que se realize historicamente, no fundo, a obediência a Deus exige, paradoxalmente, o exercício da mais profunda liberdade teológica, aquela que nos ajudar a sermos capazes de experiementar a Fé sem os ditames dessa ou daquela instituição.
Por fim, devo esclarecer: por menos que perceba e se aceite, as instituições sempre morrem; o que parece permanecer é a casca sob a qual os processos efetivamente se realizam. O que sempre permanece vivo é o discurso e a prática da Fé, isto é, a Teologia! Se as instituições conseguem se permanecer de pé é porque a Teologia insiste, espiritualmente, em se manter viva e em dar vida às instituições. Mesmo quando o vento sopra desde fora, quando a Teologia é posta para longe dos altares, é a força da originalidade perene do Evangelho que mantem as instituições capazes de se renovar e com a promessa de manterem vivas e relevantes.

O problema do Elogio

Diz o ditado que elogiar nunca é demais. Diz a ciência que não é bem assim. Na próxima vez que afagar o ego alheio, escolha bem as palavras. Do contrário, o alvo delas pode se tornar um dos maiores fracassados que você já conheceu.

Você deve ser muito inteligente. Afinal está lendo a SUPER. Passou por reportagens sobre assuntos complexos. que exploram a ciência, a economia, a geologia e até a insetologia. Estamos orgulhosos. Assim você vai longe! Em breve estará entre os maiores pensadores brasileiros. Rumo ao Nobel, heim?
Ah, não diga que agora está se sentindo pressionado. A gente não queria causar isso. Aliás, ninguém quer gerar esse efeito quando parabeniza outra pessoa. Mas às vezes o tiro sai pela culatra. E o elogio causa um mal danado.
Na verdade, o elogio em si não tem nada de errado. A gente é que não aprendeu a usá-lo do jeito certo. E a lambança é generalizada: disparamos elogios em casa, na escola e no trabalho sem pensar nas consequências. Os resultados de tanto paparico podem ser catastróficos. A curto prazo, o coitado que foi enaltecido pode ficar desconfortável, inseguro, ansioso. A longo prazo, esse gênio em potencial corre o risco de virar um arruinado na vida.
Em alguns casos, o estrago começa já na infância. Se for reconhecida como inteligente, uma criança pode sentir pressão demais sobre os ombrinhos para corresponder às expectativas. Isso às vezes é bom, porque incentiva a criança a estudar para conseguir boas notas. Mas também pode ser ruim, muito ruim - por estimular a criança a usar truques para se destacar. Como fizeram alguns dos 400 alunos de uma escola de Nova York pesquisados pela psicóloga americana Carol Dweck, da Universidade Stanford.
Carol realizou uma série de estudos com essa turma. Um deles era composto de 4 provas. Na 1ª, alunos da 5ª série fizeram um teste de QI, simples para estudantes da sua idade. Terminado o teste, os pesquisadores davam as notas aos estudantes e encerravam a conversa com um elogio. Metade deles ouvia "Você deve ser muito inteligente”. Para a outra metade, o texto era diferente - não parabenizava o aluno diretamente, e sim sua atitude: “Você deve ter se esforçado muito para conseguir esse resultado.”  Carol e sua equipe queriam dividir os alunos em dois grupos - “os inteligentes” e "os esforçados” para ver o impacto da diferenciação no comportamento das crianças.
O impacto apareceu rapidinho, já na 2ª tarefa. Nela, os estudantes tiveram chance de fazer sua escolha: um teste simples, tão fácil quanto o 1°, ou um mais complicado, que “faria com que eles aprendessem muitas coisas novas”. O grupo dos inteligentes escolheu o teste fácil. O dos esforçados foram mais corajosos - optaram pela prova difícil. Aí veio o 3º teste, bem mais complexo que os anteriores. Os dois grupos se deram mal. Só que os esforçados - justificando apelido - se dedicaram muito mais à resolução da prova. Os inteligentes? Esses aí ficaram extremamente nervosos. Mal conseguiram terminar o teste.
A grande surpresa, no entanto, veio na 4ª prova. Essa era barbada, tão fácil quanto a primeira. O resultado: os elogiados pelo esforço melhoraram em 30% a nota que haviam tirado na 1ª prova. Já os inteligentes foram mal - o desempenho deles despencou 20%.

Xô, risco

Não é difícil entender o que a pesquisa mostra. Uma criança elogiada pela inteligência entende o seguinte: "Tenho que ser sempre inteligente. porque essa é imagem que os adultos têm de mim".

ELOGIO EM EXCESSO FAZ O CÉREBRO TRAVAR

Mas manter um alto nível de inteligência não parece uma tarefa um tanto abstrata? Imagine para uma criança. O jeito é adotar a saída genérica (e mais fácil): parecer inteligente. Para isso, basta criar uma zona de segurança. Evitar provas difíceis, cursos complicados, qualquer desafio que possa representar um risco à imagem. Já na cabeça do aluno elogiado pelo esforço, o pensamento é outro: se passou por esse desafio, pode vencer o próximo - basta tentar. “Por isso o elogio deve ser dirigido para o processo, e não para o resultado” , diz Carol. “Sempre para as ações, nunca para a pessoa."
Refugiar-se nessa zona de segurança não é coisa de criança. Adolescentes e adultos fazem isso. Garotas gostam de sentir-se atraentes, certo? Se uma menina recebe cantadas na faculdade sempre que está maquiada, por que iria à aula de cara limpa? Vai que alguém percebe que ela não é tão gata assim... E aquele amigo que sabe tudo de cinema e tem fama de culto? Talvez ele não entre na próxima discussão que vocês tiverem sobre Camões. Se ele não souber muito sobre literatura, a conversa tem potencial para destruir a reputação dele na patotinha.
A zona de segurança até é capaz de evitar que a imagem desse pessoal - e a sua, porque você talvez já tenha recorrido a ela - saia arranhada. Mas também gera o medo de arriscar. Pode fazer alguém evitar uma promoção no trabalho, uma mudança de cidade, uma pós-graduação difícil... Qualquer desafio. Como Carol Dweck descobriu em suas pesquisas. “Conversei com vários adultos considerados gênios na infância que nem concluíram a universidade", diz. "Eles não sabiam lidar com o fracasso."
Identificou-se com algum desses casos? Não se culpe, é natural buscar uma área de conforto - nosso cérebro faz isso. Tanto que, se você receber elogios constantemente, ele vai achar que você está em um ótimo patamar. E vai parar de trabalhar para ajudar você nas próximas conquistas.
Não, ele não está conspirando contra você. Só deu uma descansada. Sempre que ganhamos parabéns por algo, o cérebro entende isso como uma recompensa. Você fez algo bom e recebeu um agradinho. Ponto para você. Mas o cérebro quer que você acumule mais pontos, e por isso incentiva iniciativas ousadas. E a nossa motivação, gerada por uma área do cérebro chamada centro de recompensa. "Está aí o segredo da persistência”, diz o psiquiatra Robert Cloninger, da Universidade Washington de St. Louis, Missouri. "O corpo trabalha com determinação depois que aprende a lição.”
o problema é quando acumulamos elogios - ou pontos - demais. O cérebro entende que nem precisa mais mandar a mensagem de incentivo. E como se o centro de recompensa se aposentasse da torcida pelo seu sucesso. Pior para você: sem esse apoio, você acaba sem motivação para fazer as tarefas. Sem disposição para buscar a tal bolsa de estudos no exterior ou criar aquele projeto novo no escritório.
Moral da história: seja por medo de arriscar, seja por falta de vontade, uma pessoa talentosa e devidamente elogiada pode se dar pior na vida do que alguém meramente esforçado. Existe, no entanto, uma pessoa capaz de colocá-los em pé de igualdade (e da pior maneira possível): o chefe.
Chefes são como pais. Depositam uma expectativa enorme em cima dos funcionários. Muitas vezes usam os parabéns para impor um comportamento específico. É o "elogio controlador”, que funciona mais ou menos assim na prática: “Bom trabalho. Gosto quando você apoia minhas ideias”. ’Nesse caso, o chefe está mandando um sinal bem claro: faça tudo do meu jeito e será reconhecido” diz Willian Bull, consultor da Mercer, especializada em recursos humanos.
Assim, o elogio vira ordem. Mas tem o caso em que o elogio deixa o funcionário sem qualquer diretriz. “Numa empresa, o elogio vem quase sempre para os resultados, poucas vezes para o estorço individual”, diz Bull. Na prática, vira aquele tapinha nas costas depois de um relatório. O chefe gostou dos números, mas nem se importou com o que sua equipe fez pra consegui-los. Sem saber que tipo de atitude devem ter dali para a frente, os funcionários ficam perdidos. Tão inseguros quanto as crianças estudadas pela psicóloga Carol Dweck.
Por isso, um conselho. Se você não receber nenhum elogio do professor, dos pais ou do chefe nos próximos dias, não se preocupe: esse pode ser o melhor caminho para o seu sucesso.

Só no mal-entendido

O QUE O PAI DIZ
“Olha só que desenho lindo! Você vai ser o próximo Picasso!”
O QUE O FILHO PENSA
Melhor não desenhar nada difícil, ou ele vai perceber que eu não sou Picasso nenhum!”

O QUE O PROFESSOR DIZ
“Ótima redação! Você escreve muito bem!
O QUE O ALUNO PENSA
“A única coisa que sei fazer é escrever. Melhor nem me esforçar nas outras materias!

O QUE O CHEFE DIZ
“Seu departamento fez um ótimo trabalho!”
O QUE O FUNCIONÁRIO PENSA
“Ele não tem a menor ideia de quem sou e o que faço na empresa. Meu trabalho nunca será valorizado.”

O QUE A EXECUTIVA DIZ
“Adorei sua roupa. Por que não se veste sempre assim?
O QUE A SECRETARIA PENSA
“EIa odeia o jeito como eu me visto. Se quiser agradar, vou ter que me vestir sempre assim".

Extraído da Revista Super Interessante de Abril 2010

4/26/2012

Evento na IB Maanaim em Campo Grande




Atenção amigos da zona oeste do Rio de Janeiro e região,

Na próxima sexta-feira às 22h na Igreja Batista Maanaim em Campo Grande acontecerá o VIRADÃO TEENS MAANAIM.

Serão vários convidados:
  • Ir Gilmar Branco com o monólogo Tietê, um sonho de liberdade;
  • Cantora Patrícia;
  • Juventude da PIB de Moça Bonita;
  • Igreja Louvor na Terra;
  • Comunidade Evang. Atos;
  • Além dos Jovens Radicais Livres da própria Igreja; e é claro...
  • Os TEENS MAANAIM!!!
Participem e divulguem!!!

Será uma certamente uma noite de adoração, oração e principalmente de presença de DEUS!!! 


4/22/2012

Jeová Nissi em Niterói!

Adaptada do filme americano "The Board", retrata o drama interior vivido por uma vivida por uma pessoa quando os seis componentes de sua alma - mente, coração, emoção, memória, vontade e consciência - precisam abrir mão dos diferentes interesses e, de forma unânime, escolher a direção a seguir. A história, que mostra ainda como uma tragédia pessoal é capaz de mudar toda a conduta de alguém, revela que, mesmo tendo uma vida desregrada, existe no íntimo do homem uma busca por respostas a certas perguntas, como: "Quem sou eu? Para onde vou?". Apesar das cenas engraçadas que dão um toque especial a essa peça, seu conteúdo mantém-se intacto, de acordo com o filme, e levanta uma séria questão com relação à existência do ser humano; Em uma batalha interior, quem vencerá? 

4/07/2012

COMPORTAMENTO - GESTÃO DE TEMPO

Profissionais dizem o que fazem para controlar o tempo
 
O desenvolvedor de software Fabrício Buzeto, 27, conseguiu encontrar um método de gerenciamento de tempo para chamar de seu. Bastou descobrir uma técnica que fracionou seu dia de trabalho em vários períodos de concentração total.
Ele utiliza o método Pomodoro (tomate em italiano), que consiste em focar em uma só atividade por 25 minutos ininterruptos e então fazer uma pausa, o que ele apelidou de "cumprir um tomate".
Buzeto garante que seu rendimento melhorou desde que começou a utilizar um método concreto de gestão de tempo. "Parei de tentar ser multitarefa e minha produtividade aumentou em 50%." Seu recorde é de "16 tomates" (mais de oito horas) em um único dia.
O engenheiro André Cid, 35, é usuário do método Neotriad e diz que sempre gostou dessa teoria (que classifica as tarefas em três categorias: importantes, urgentes e circunstanciais), mas que ainda não havia encontrado uma técnica que se encaixasse em sua rotina.
Depois de adotar o Neotriad, ele afirma ter dobrado sua produtividade e agora costuma sair do trabalho às 18h -antes, costumava ficar até as 21h. "É um método de gestão de vida. Eu mudei o meu estilo. Hoje as técnicas de organização e execução estão incorporadas e viraram hábito".
A contadora Patrícia Garcia, 35, não teve tanto sucesso. "Eu perdia muito tempo atualizando a agenda. Não tenho tempo para gerenciar o tempo. Aparece o problema e eu tenho que resolver na hora, não consigo agendá-lo para o dia seguinte", diz.
Garcia trabalha em média 12 horas por dia e divide o tempo entre a filha, o marido e o trabalho. "Não sobra tempo para a Patrícia", lamenta.
DOMÍNIO DAS HORAS

GTD

"Getting Things Done", ou fazendo as coisas acontecerem, não se baseia no conceito de priorização, mas de identificação das etapas a serem cumpridas. E diz que toda nova tarefa que possa ser executada em menos de dois minutos deve ser realizada imediatamente. www.davidco.com

Mapa mental

É uma ferramenta para organizar seus pensamentos. Seja para listar tarefas ou para gerenciar um projeto maior, o mapa mental
tem como objetivo fazer com que você planeje, liste, entenda e visualize as etapas considerando sempre o todo, o global. www.mindmeister.com

Técnica do Post-it

Sua listas de tarefas são enormes? Então nem adianta começar porque você certamente vai procrastinar. Para o inglês Mark McGuiness, as atividades de um dia têm de caber em um bloco de papel de 7,6 cm x 7,6 cm. A ideia é lembrar que o dia, assim como o quadrado de papel, é limitado

Neotriad

Baseia-se em um tripé que classifica as tarefas como importantes, urgentes e circunstanciais. A proposta é reduzir o tempo gasto com urgências e obrigações para investir nas importantes. O software do método ajuda a pôr em prática. www.neotriad.com

Zen Habits

A técnica defende que é preciso desacelerar para acelerar. Diminuir o estresse para conseguir focar no que realmente é importante. É um blog cujo criador dá dicas de bem-estar e de organização para aumentar a produtividade. www.timemanagementninja.com

POSEC

Sigla em inglês para priorizar, organizar, racionalizar, economizar e contribuir. O método defende que seus usuários agrupem as tarefas em blocos curtos e elenquem os objetivos por ordem de importância, obedecendo aos cinco critérios descritos acima

Pomodoro

É a técnica do tomate ("pomodoro" em italiano). O profissional deve fracionar seu dia concentrando-se em uma única atividade por 25 minutos, com uma pausa de 5 minutos. A segunda pausa será de 10 minutos, e a terceira, de 15. www.pomodorotechnique.com